quarta-feira, 30 de maio de 2012

L&F vão para fora, cá dentro

Todos os aficionados pelo mundo da Realeza, até os mais novos nestas andanças, sabem que as coisas aqui pelo Reino de nuestros hermanos não andam lá muito famosas. Fora as criticas do costume, a torrente de escândalos que tem assombrado nos últimos meses a Casa Real Espanhola, tem feito a delicia da imprensa da especialidade ao mesmo tempo que faz nascer cabelos brancos aos monárquicos e animar as hostes republicanas.
O número de eventos presididos pelo Rei, entre uma caçada aos elefantes no Botswana e uma estadia no hospital (consequência de uma queda...enquanto caçava elefantes), tem sido reduzido drasticamente. A Rainha refugia-se em visitas aos netos nos EUA e ao irmão em Londres, aparecendo sempre com semblante triste e humilhado. Resta ao herdeiro Filipe e à sua controversa Letizia, que desperta ódios e paixões, o papel de manter um low profile e encabeçar a maior parte dos eventos oficiais em representação da coroa espanhola. Letizia, sempre criticada ora pela extrema magreza, ora pela alegada má relação que mantêm com as cunhadas, ora ainda pela escolha do seu guarda-roupa, económico de mais segundo os especialistas, tem levado a sua vida como Princesa das Astúrias cheia de percalços e assombrada pelo poder da opinião pública. Mas Leti a meu ver segue o mote: "Pedras no caminho? Apanho-as todas. Um dia construo um castelo". Na minha opinião, e pêlo na venta à parte (que me parece que Leti tem de sobra), esta mulher é uma mulher e tanto!! Republicana, jornalista, mulher independente, julgo que foi preciso amar muito Filipe, para aceitar tal mudança de vida e apesar das criticas de que é alvo, desempenhar um papel impecável ao serviço de Espanha e dos espanhóis! 
Há meses que os eventos comparecidos pelos Príncipes das Astúrias se resumiam a território espanhol, e há mais de um ano que não se vê um evento de tiara no Palácio Real. A crise tanto financeira como institucional que Espanha atravessa, aliada a um rei que parece que não tem juízo nenhum, tem levado a que os Príncipes Herdeiros se mantenham reservados. 
Não é de estranhar portanto, que tal como nós comuns mortais que vamos ali a Espanha meter gasolina ou comprar caramelos e dizemos com toda a pompa que estivemos no estrangeiro, Pepito & Leti estivessem tão contentes quando chegaram hoje a Lisboa para uma visita de três dias ao país de Camões.
Príncipe Felipe e Princesa Letizia de Espanha recebidos em Lisboa pelo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva e pela Primeira-Dama Maria Cavaco Silva
Fonte: Reuters


Recebidos no Palácio de Belém pelo tio Aníbal (que também ele parecia que tinha ganho caramelos) e pela primeira-dama a titi Mariazinha, os príncipes iniciaram uma estadia que visa a promoção das ligações culturais e económicas dos dois países vizinhos.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

ABC do inicio de tudo

Quando vejo leitores do Brasil, Reino Unido e Rússia nas visitas diárias a este blog :), sinto-me quase na obrigação de explicar este meu fascínio pela Realeza.
Tudo começou com o ABC do Corpo Humano (Edição Selecções do Reader´s Digest). Sim e não estou a gozar.. Entre o capitulo do sistema Circulatório e o Capitulo da Hereditariedade, uma nota histórica em como a Hemofilia, doença genética que impede uma rápida e eficaz acção das plaquetas sanguíneas, afectou grande parte da realeza europeia principalmente entre finais do séc. XIX e inícios do séc. XX. 
A verdade é que a avó da Realeza europeia, a Senhora Dona Rainha Vitória (uma vénia para ela), transmitiu essa doença  a muitos dos seus descendentes cujos casamentos com membros de várias famílias reais europeias, promoveu a consanguinidade dos laços, estreitou alianças politicas e levou à queda de impérios..
A força que o cromossoma X tem....
Pois bem, nessa nota histórica, vinha uma fotografia da última família imperial russa: os Romanov. A czarina Alexandra, neta da rainha Vitória do Reino Unido, transmitiu o seu gene portador da hemofilia a três das suas filhas (que não manifestaram a doença) e ao seu único filho e herdeiro do trono, Alexei., que por ser rapaz manifestou sinais da doença semanas após o seu aguardado nascimento. Tal preocupação com o filho e herdeiro doente, fez com que  o casal imperial se rodeasse de curandeiros que acabaram por influenciar na gestão, já por si precária, de um império.
Quando a sombra da revolução atingiu a Rússia, arrastando todos numa onda de violência e mudança fortíssima, os representantes da dinastia que governava o maior império do mundo, foram depostos e fuzilados.
Pai, mãe, cinco filhos, um médico, uma criada, dois cães...
Talvez pela brutalidade, talvez pelo mistério que durante décadas envolveu estas mortes, a verdade é que os Romanov  fascinaram-me desde cedo.
Talvez por isso quando as suas ossadas foram encontradas e identificadas, o meu gosto pela Antropologia Biológica se definisse. Talvez por isso nunca conseguisse separar Ciência de História. 

Fila de trás, da esquerda para a direita: Grã-Duquesa Maria, Grã-Duquesa Tatiana, Grã-Duquesa Olga
Ao centro sentados da esquerda para a direita: Czarina Alexandra Feodorovna, Czar Nicolau II e Grã-Duquesa Anastasia
Em baixo sentado: Czarevich Alexei


Talvez por isso, eu seja assim.....ou talvez por algo mais.

Há algo doce nos reinos do Norte...


Se existe uma coisa que me anima mais que casamentos reais, são os nascimentos e consequentes baptizados (entre outras coisas que podem não ter nada a ver com realeza).
Nos casamentos a grande surpresa é o vestido da noiva, até ai não há dúvidas.
Mas nos baptismos há muito, muito mais.
Vejamos os casos mais recentes:
Com quase um mês de diferença, nasceram duas princesas no Norte da Europa. Aliás tem sido um ano bastante cor-de-rosa.
A 24 de Janeiro veio ao mundo a “pequena princesa da Dinamarca”, única filha do Principe Joachim (pai de três meninos) e da sua segunda esposa, a Princesa Marie. "Pequena princesa da Dinamarca" porque segundo o costume deste país, o nome do recém-nascido só é revelado no dia do baptizado.
A 23 de Fevereiro, nasceu a futura Rainha da Suécia. Filha da princesa herdeira Vitória e do antes plebeu, agora Príncipe Daniel (que não era sapo antes de ser beijado pela princesa Vi). 
Se existia grande expectativa em relação ao sexo da criança, maior supressa foi o seu nome: Estelle Silvia Ewa Mary. Acreditem que primeiro estranha-se e depois entranha-se. O nome revelado dois dias a seguir ao seu nascimento, apenas atenuou a expectativa em relação aos padrinhos da 2ª na linha de sucessão ao trono sueco. Algo que só seria revelado no dia do baptismo.
A 20 de Maio os dinamarqueses ficaram a saber que a sua pequena princesa iria responder pelo nome de Athena Marguerite Françoise Marie. A meu ver um nome demasiado grego-francês para uma princesa dinamarquesa, mas a originalidade tem destas coisas. A menina recebeu ainda o titulo de Condessa de Monpezat. Os padrinhos foram Gregory Grandet, Edouard Cavallier, Carina Axelsson, Julie Mirabaud, Diego de Lavandeyra e Henriette Steenstrup. A cerimónia foi bonita e privada q.b., como convém ao baptizado de um filho do 2º na linha de sucessão (ver resumo aqui)
Já a 22 de Maio, a Suécia (e eu!) viu uma das cerimónias mais bonitas de sempre (ver video resumo aqui). É daquelas coisas, em que o dourado e o brilho das jóias e o simbolismo dos rituais, embora presentes, são ofuscados pela doçura e felicidade de tudo e todos. A princesa Estelle da Suécia, Duquesa de Östergötland e futura rainha dos suecos, fez as delicias dos presentes e dos milhares que seguiram a cerimónia. A curiosidade foi satisfeita acerca dos padrinhos. Para uma futura Rainha, só poderiam ser futuros Reis: Princesa Mary da Dinamarca, Príncipe Carl-Philip da Suécia (tio da pequena),  Principe  Haakon da Noruega, Willem-Alexander, Principe de Orange, e Anna Westling Söderström (tia de Estelle). A cerimónia foi um acontecimento oficial, com todos os 400 convidados a que teve direito. A princesinha foi ainda agraciada com a faixa da Real Ordem de Seraphim, feita à sua pequena medida (foto). Uma delicia....

 Princesa Vitória, Príncipe Daniel e Princesa Estelle da Suécia, Fonte: kungahuset.se
Príncipe Joachim, Princesa Marie e Princesa Athena da Dinamarca; Fonte: kongehuset.dk


Como não poderia deixar de ser aqui ficam mais fotos, inclusive dos modelitos usados pelos convidados nos dois baptizados para tiraram ideias (aqui e aqui).
Vão dizendo coisas....


domingo, 20 de maio de 2012

Á maneira de Inkhosikati LaMbikiza

Por estes dias a realeza mundial reúne-se em Londres na celebração do Jubileu de Diamante da Tia Belinha (prometo para breve um post sobre cada evento que me captou a atenção).
60 anos no trono mais falado do Mundo, é razão para celebrar à grande e à maneira da..... Suazilândia. Sim, não me enganei.
No meio de tantas cabeças coroadas e encontros de velhos amigos e familiares, houve uma personalidade que se destacou, pela diferença e pela aparente, até então, ignorância acerca de tal pessoa.
Inkhosikati LaMbikiza, 3ª das 14 esposas (!) do Rei Mswatti III da Suazilândia, chegou a Londres pronta a ser o centro das atenções.
Desde o almoço oferecido pela Rainha no Castelo de Windsor (esquerda), ao jantar que teve o Príncipe Carlos e a Duquesa da Cornualha como anfitriões no Palácio de Buckigham (meio), passando pela Parada Militar que as Forças Armadas prepararam em honra da sua Rainha (direita), esta até então desconhecida advogada e mãe de dois dos 26 filhos (!) do Rei, foi o centro das atenções....talvez não pelos melhor motivos. 
Desconhecemos como são os gritos de moda no Reino da Suazilândia, mas conseguimos reconhecer os nossos quando nos deparamos perante tamanha ostentação completamente desmesurada. Também desconhecemos qual o critério de selecção para decidir qual das 14 esposas trazer a um evento oficial.
No entanto criticas à parte Inkhosikati LaMbikiza consegue cativar pelo simples facto de parecer extremamente à vontade na sua pele, independentemente dos olhares de reprovação que deve ter enfrentado.
Caso para dizer que muitas vezes diamantes não são sinal de bom gosto, mas que dão segurança, lá isso dão!! Mesmo que estejamos a falar dos monarcas de um dos países africanos mais pobres e cuja taxa de prevalência de SIDA é uma das maiores (SIDA...poligamia...conseguem perceber a associação?).
   

Fontes: Reuters e Getty Images




Senhoras e senhores, Inkhosikati LaMbikiza, 3ª esposa da Suazilândia

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Máxima é o máximo!!

Directamente do país do tango para o país das tulipas.
Podia ser muito bem o slogan turístico para um roteiro romântico cheio de paixão e beleza, ou simplesmente a vida da Princesa Máxima dos Países Baixos.
Nascida Máxima Zorreguieta Cerruti, esta argentina é a esposa do Principe Willem-Alexander, Príncipe de Orange e herdeiro do trono laranja mecânico (que é como quem diz Holandês).
Economista de profissão trabalhou para grandes companhias internacionais financeiras do seu país, nos Estados Unidos e na Europa.
Foi num país igualmente colorido e cheio de sentimento, Espanha, que Máxima conheceu o seu futuro marido, desconhecendo quem ele era (sim, existem mesmo histórias destas..).
A oficialização do namoro e noivado foi dificultada por duas coisas que geralmente são alvo de conflitos mundiais: religião e família. Máxima, católica fervorosa e filha de um ex-ministro da Ditadura de Jorge Videla, teve que enfrentar não só o desafio de casar com o príncipe herdeiro de um país europeu, como também sofrer criticas por não se converter ao Protestantismo  e suportar a ausência do seu pai no dia mais importante da sua vida, pois era impensável um representante de um dos governos mais sangrentos da história da Argentina, comparecer ao casamento da futura Rainha de um país onde se localiza a sede do Tribunal Internacional de Justiça no qual se julgam crimes de guerra e se defendem direitos humanos. Mesmo que essa futura Rainha fosse a sua princesa... =(
Máxima colocou o seu conhecimento académico ao serviço do se novo país sendo uma voz activa no mundo sobre a importância da inclusão financeira para reduzir a pobreza e alcançar metas de desenvolvimento. A princesa Máxima trabalha com líderes governamentais, reguladores e supervisores financeiros, organizações inter-governamentais, parlamentos, sociedade civil, sector privado e  meios de comunicação para sensibilizar e promover a acção.
Fora tudo isso, é ainda uma das Princesas mais espontâneas e com mais estilo da Europa. A sua natureza faz com que tenha um estilo muito próprio, nem sempre acertado, mas que traduz as suas origens e a sua própria personalidade exuberante, ver aqui. Máxima não se inibe de usar e abusar de cores, acessórios, padrões mais bold, turbantes e toucados, já para não falar das belissimas tiaras que possui, para mostrar que está mais do que à vontade no seu papel sem que tenha que abdicar de quem é. E verdade seja dita, que mesmo quando as suas escolhas não são as mais felizes, o seu sorriso fácil faz perdoar qualquer deslize.
Tem três meninas lindas e louras como a mãe. São chamadas as três A´s da Holanda: Amalia, Alexia e Ariane.
O casamento fez recentemente 10 anos e fala-se cada vez mais da abdicação da Tia Bia (também conhecida como Rainha Beatrix) que sempre apoiou a nora a 200% perante tudo o que Máxima teve que enfrentar.
No dia do seu 41º aniversário, tenho de vos confessar que Máxima não poderia ser princesa noutro país que não a liberal Holanda. Mas a Argentina tem nela a sua mais representativa "Rainha"!!



terça-feira, 15 de maio de 2012

Sou Rainha. E depois??

Todos somos únicos. É uma realidade. Genética e filosófica. Somos fruto do tempo, educação, valores e ambiente que nos rodeia, e também um pouco, a meu ver, daquilo que é extrínseco a tudo isso.
Podemos culpar a sociedade, uma infância mais ou menos feliz, uma vida mais ou menos confortável, mas no fundo, muito do que somos devemos a algo que é mesmo nosso: personalidade!!!
Dentro dos monarcas em actividade muito se poderia dizer, mas hoje ao deparar-me com um artigo, resolvi partilhar com vocês (sim, já posso o usar o plural para os meus leitores, certo?), uma das razões que me leva a todos os dias passar bons momentos a falar de realeza.
Independentemente de ser fã da monarquia dinamarquesa, a sua actual soberana, a Rainha Margrethe II é uma mulher digna de respeito. Além de ser a monarca com mais graus académicos, sendo licenciada em Filosofia, Arqueologia Pré-Histórica, Ciências Políticas e Economia, é ainda uma verdadeira artista.
Desde 1970, a rainha tem-se empenhado activamente num determinado número de modos de expressão artística: pintura, têxteis para igrejas, aguarelas, gravuras, ilustrações de livros, recorte de imagens, cenografia e bordados. Uma grande parte destas obras artísticas foram mostradas em conexão com exposições na Dinamarca e no estrangeiro. Grande parte dos cenários e guarda-roupa usados nas salas de teatro dinamarquesas passa pelas mãos da querida Daisy, como é carinhosamente tratada.
O seu guarda-roupa demonstra bem a sua veia teatral, que muitas vezes gostaria que ficasse restringida ao lápis e papel, mas enfim ela é especial talvez por isso.
E talvez por isso também, não é de estranhar que no encerramento de uma escola de dança de uma amiga, Daisy manifestasse o seu apoio  em pleno palco.

Foto sn dk

Imaginam a Rainha Elizabeth II do Reino Unido nestes propósitos? Lá está....
Pode ser Rainha, mas é também uma mulher única.... 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

M&F com amor

14 de Maio de 2004.
Voltando atrás no tempo, devo dizer que estava mais preocupada neste dia a fazer esquemas de mesas de convidados, e a fazer cartões de agradecimento para o casamento que iria ter lugar no dia a seguir, do que propriamente interessada na realeza (sim, também tenho dias assim. Alguns, mas raros...).
No entanto a verdade é que neste dia, por terras dinamarquesas, se uniu pelos laços do matrimónio, aquele que é o meu casal real favorito.
Mary, advogada e nascida na Tasmânia, abdicou da sua dupla nacionalidade (australiana e inglesa), abraçou a igreja luterana e cruzou mares e continentes para entrar na Catedral de Copenhaga para se tornar Princesa Herdeira de uma das monarquias mais antigas do Mundo: a Dinamarca.
Ao seu lado um Hamlet dos tempos modernos. Frederik corre o risco de se tornar o príncipe-noivo mais emocionado e piegas (no bom sentido) da actualidade. Acham exagero?? Pois bem, vejam a entrada da noiva aqui. Convencidos? Ainda não...então oiçam o discurso que proferiu à sua noiva aqui.
Que tal?
8 anos passados e com 4 filhos, este casal é para mim uma autêntica delicia. Mary é dos membros mais populares da família real dinamarquesa, o que para muito tem contribuído o trabalho humanitário que tem realizado, além da sua notória elegância e savoir faire que emprega em cada aparição pública.
 Sessão fotográfica feita para a Vogue australiana pelo fotógrafo Regan Cameron

Antes de Kate, houve Mary! E de repente faz todo o sentido Hans Christian Andersen ser dinamarquês!!

domingo, 13 de maio de 2012

Costura? Joalharia? Ou algo mais....

Porquê ?
Geralmente deve ser a primeira pergunta a surgir na cabeça dos meus eventuais leitores.
"Tesouras"? "Tiaras"? Ora estarei perante um blogue de costura ou quiçá perante uma joalharia?
Bem, um pouco das duas…
Porquê tantas pessoas se interessam pela Realeza, quase com histerismo semelhante à loucura que muitas estrelas pop despertam?
Bem, se me perguntarem, direi que certas pessoas são simplesmente alucinadas, e outras, nas quais eu me incluo, são simplesmente apaixonadas como qualquer outra pessoa pode ser por cinema, teatro, pintura ou jogos de consola...
Para mim, o interesse na realeza vai mais além dos devaneios comerciais dos dias de hoje associados à imprensa cor-de-rosa. Para mim há toda uma vertente história e institucional que sempre me fascinou. O peso que uma coroa (tiara) exerce não só no centro de gravidade da pessoa que a usa, como na maneira como através de séculos e séculos esse peso se alastrou a milhões de pessoas, inspirando obras de arte e mitos, influenciado destinos e perseguindo sonhos.
No entanto, e para não tornar tudo muito sério, e já que a parte da tiara está explicada, penso que a costura pode ser simplesmente elucidada como um simples objectivo: passar uns bons bocados no corte e na costura.
Serão colocadas noticias da realeza, curiosidades, noticias, ou simplesmente opiniões.
Espero que ao fim de um mês eu não esteja a falar ainda sozinha...:)